Do portal G1, hoje:
"O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes afirmou na tarde desta terça-feira (29) que "gângsters" e "bandidos" estão plantando informações contra ele com o objetivo de atingir o Supremo Tribunal Federal.
Conheça aqui as coisas extraordinárias do nosso dia a dia de uma forma que nunca antes na história desse país foram contadas.
"Você (como médico) diria ao paciente: 'Meu sifu'?"
"Eu sei o que é greve de fome. Dá uma fome danada"
"Beliscão dói para cacete"
"Um dia acordei invocado e liguei para o Bush"
"No ano que vem, estarei livre para andar por este país. Vou continuar fazendo política pelo Brasil, mas não vou dar pitaco no novo governo, porque eu quero que eles digam que nunca antes na história deste país um ex-presidente foi tão ex-presidente"Primeiro, o presidente da República anuncia ao País que a Polícia Federal se pronunciará sobre a investigação a respeito da quebra do sigilo fiscal de integrantes do PSDB, numa demonstração explícita de que o conteúdo do posicionamento de uma investigação policial, que se pretendia isenta e sigilosa, seria favorável ao seu partido, o PT.
O Brasil então quer saber:
Se o assunto é tão relevante a ponto de merecer a participação direta do presidente da República, por que a Polícia Federal não divulgou a íntegra dos depoimentos?
A resposta é simples. A leitura dos depoimentos joga por terra toda a farsa montada pelo PT para esconder as vergonhosas e inaceitáveis ações que ocorreram verdadeiramente dentro do comitê da campanha da candidata Dilma Rousseff, em Brasília.
Fonte: http://oglobo.globo.com/pais/noblat/
E MAIS:
Gracialiano Rocha, UOL
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou de "farsa" e "mentira descarada" a alegação de agressão contra o candidato José Serra (PSDB) e afirmou que o presidenciável tucano deve pedir desculpas ao povo se tiver "um minuto de bom senso".
Citando notícias veiculadas pelas redes de TV Record e SBT, Lula disse que Serra protagonizou uma farsa ao dizer que foi agredido por militantes petistas no Rio de Janeiro.
"A mentira que foi produzida ontem pela equipe de publicidade do candidato José Serra é uma coisa vergonhosa. Ontem deveria ser conhecido como dia da farsa, dia da mentira", disse Lula, após inaugurar um estaleiro em Rio Grande (RS).
Lula também comparou Serra ao goleiro chileno Rojas, que fingiu ter sido atingido por um foguete no Maracanã, durante as eliminatórias para a Copa do Mundo de 1990.
"Primeiro bateu uma bola de papel na cabeça do candidato, ele nem deu toque para a bola, olhou para o chão e continuou andando. Vinte minutos depois esse cidadão recebe um telefonema, deve ser o diretor de produção dele que orientou que ele tinha que criar um factoide, deve ter lembrado do jogo do Chile com o Brasil", disse Lula.
O presidente disse que chegou a discutir com aliados políticos a necessidade de telefonar a Serra para se solidarizar pela agressão --mas desistiu da ideia, segundo ele, ao ver o noticiário dos canais de televisão.
"Espero que o candidato tenha um minuto de bom senso e peça desculpas ao povo brasileiro pela mentira descarada."
Lula em campanha para a sua gerente, abril de 2010
- Vocês vão fazer campanha para uma mulher cuja história é motivo de orgulho. Se eu conhecesse ela (sic) antes de ser candidato, eu não seria (candidato), porque teria indicado ela (sic).
De O Globo em 1/12/2007:
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem de manhã, durante o lançamento das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no Morro do Cantagalo, em Ipanema, que é contra a remoção de moradores de favelas.
- Todo mundo que não tem o título da sua terra vai ter o título, para que tenha certeza de que o terreno é seu e não virá nenhum prefeito, nenhum governador enxerido mandar a polícia tirar os companheiros de lá - disse Lula.
De Merval Pereira:
O fato de nunca antes neste país um presidente da República ter sido advertido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por fazer campanha antecipada é indicador de que alguma coisa de muito errado está ocorrendo no governo brasileiro.
PS. o blog esta de volta para a campanha!
Sobre o mensalão do PT em 2005
"O que o PT fez, do ponto de vista eleitoral, é o que é feito no Brasil sistematicamente".
Sobre Severino Cavalcanti, que renunciou ao mandato de deputado e à presidência da Câmara porque foi subornado pelo dono de um restaurante
"Quando perceberam que ele não seria oposição ao meu governo, derrubaram ele. Parte da elite paulista, se encontrar com ele, não cumprimenta. Eu cumprimenmto Severino onde o encontrar".
Sobre José Sarney, acusado de empregar parentes e amigos no Senado
"Uma coisa é você matar, outra coisa é você roubar, outra coisa é você pedir um emprego, outra coisa é a relação de influências, outra coisa é o lobby".
Ainda sobre Sarney
"Ele tem história suficiente para que não seja tratado como uma pessoa comum".